Gatilho Mental da Agroecologia Aplicada: mudar para o paradigma da sustentabilidade na prática!!!

Pensar integral e ter integralidade na construção coletiva da mudança é urgente e fundamental agora em 2021!

Aprender a Aprender se torna um projeto pedagógico fundamental em que todos, seareiros da boa vontade, deveremos empreender e participar como fermento que leveda a massa toda.

Para isto, criar na mente um gatilho mental de perspectivas positivas, que lhe acelerem atitudes concretas e programáticas que venham a construir modelos práticos e objetivos, como foi a Política Nacional de Agroecologia, que instaurou no Brasil mais de 13 núcleos agroecológicos integrando universidades, comunidade de pequenos agricultores, terceiro setor, e associações de raizeiros que evoluiu para I Núcleo de Práticas Integrativas e Complementares do Estado de Minas Gerais instalado em Uberlândia MG, modelo hoje referencial em políticas públicas na atenção primária à saúde.

Agora consolidado como Projeto Pégasus, que institui cursos básicos, profissionais e atingir com o lançamento do I Curso de Agroecologia Aplicada, que coloca a Homeopatia como princípio de auto cura e de cura do solo na busca da segurança alimentar necessária para prevenir doenças e também fomentar empreendimentos e mudar para o paradigma da sustentabilidade na prática! Vamos praticar, empreender e inovar o desenvolvimento sustentável e recriar nossa economia solidária e projetar nosso futuro comum, que inicia em 2021 e com força !!!

Exemplo a ser seguido: “Suas vivências com o coletivo no aspecto transformador através de um trabalho inter e multi disciplinar.”

 Wagner,
O texto é muito interessante principalmente a referência a Emanuel. O texto traz um histórico interessante. Você pode usá-lo, em parte, na introdução, destacando o que mais está relacionado ao tema principal do seu trabalho.”

Dra Valéria Salomão

Proposta para instituir no tratamento da dependência química e saúde mental as Práticas Integrativas e Complementares no SUS: a metamorfose necessária do SUS para transcender e viver o princípio de integralidade ética a partir da experiência inovadora da Homeopatia no programa Mais Médicos 

Dr Wagner Deocleciano Ribeiro
Médico homeopata e cirurgião pediatra
Mestre em gestão empresarial
Mais médico de São Joaquim da Barra SP


” O sentimento cria a ideia
A ideia gera o desejo
O desejo acalentado forma a palavra
A palavra orienta a ação
A ação detona resultados
Os resultados nos traçam caminhos nas
áreas infinitas do tempo
Cada criatura permanece na estrada que
construiu. 
A escolha é sempre nossa”.

Emmanuel



A experiência inovadora do programa Mais Médicos pode apontar soluções para países que vêm enfrentando desafios na área de recursos humanos e de formação em saúde. Por isso, essa bem-sucedida iniciativa foi apresentada pela Organização Pan-Americana da Saúde (OPAS), em Dublin, na Irlanda, durante o Quarto Fórum Global em Recursos Humanos para a Saúde.
Três eixos compõem o Mais Médicos: o primeiro prevê a melhoria da infraestrutura nos serviços de saúde. O segundo se refere ao provimento emergencial de médicos, tanto brasileiros (formados dentro ou fora do país) quanto estrangeiros (inter cambistas individuais ou mobilizados por meio dos acordos com a OPAS).
O terceiro eixo é direcionado à ampliação de vagas nos cursos de medicina e nas residências médicas, com mudança nos currículos de formação para melhorar a qualidade da atenção à saúde. “Dessa forma, esperamos garantir sustentabilidade em termos de superar o déficit de médicos e de acabar com a desigualdade na distribuição geográfica desses profissionais”, ressaltou Molina.
Diante pois, de tamanha transformação ocorrida no SUS através desse programa, resta-nos trazer a título de contribuição uma assertiva evolutiva, se assim possamos afirmar, quanto a nossa recém adesão a esse programa no Município de São Joaquim da Barra, SP e já há nesses últimos quatro meses, propor através do método Paidéia construir um alicerce para que vivamos o que considero o principal princípio universalizante do SUS: a integralidade.
O método Paidéia¹(CAMPOS, 2000) é uma proposta de co-gestão de coletivos organizados para a produção de valor de uso que aglutina (CUNHA,2010), uma dimensão crítica e uma dimensão propositiva entrelaçadas. A dimensão crítica (CUNHA,2010) abarca uma análise do mundo do trabalho e das instituições contemporâneas que acredito eu, possibilita retirar o agente ativo, no caso o gestor, das instituições e refazer sua reinserção no sistema SUS, do qual ele é um resultante como intelectual orgânico, para que ele possa viver o desafio proposto pelo próprio SUS dentro das práticas integrativas e complementares como um valor ético: a integralidade.
Aqui urge uma mudança de paradigma do pensamento dominador/dominado, gestor/gerenciado, condutor/conduzido para uma superação da relação de poder e transcender para uma relação de integração, ou integralidade, o que não seria fácil, pois trata-se de metamorfosear-se na crisálida e sair da condição do rastejar da lagarta, para transcender-se num voo libertador de borboleta.
O SUS, realmente, estaria disposto a esta metamorfose?
A dimensão propositiva engloba um método, propriamente dito, de apoio e co-gestão que para tal (CUNHA,2010), algumas características são fundamentais. O método assume um compromisso com a democracia institucional, colocando-se ao lado da herança política dos movimentos libertários do final da década de 1960, quando a chamada esquerda rompeu (em parte) com uma tradição que defendia certo monopólio temático da luta política em torno das formas de exploração que separam os indivíduos daquilo que eles produzem (FOUCAULT, 1983) adjacente ao acesso ao poder do Estado. Ou seja, reconhecendo a herança pós 1968, pode-se dizer (CUNHA,2010) que não basta votar neste ou naquele governante, ou mesmo apostar no mundo pós-revolução, porque sempre, mesmo depois das revoluções, existirão, conflitos de interesse e lutas imediatas, existirá o poder heterônomo e próximo aos indivíduos e existirão as instituições definindo algum grau de democracia cotidiana (família,escola, hospitais, religiões etc.).
Volver pois, aos gregos e retomar o real sentido de ética integral vivenciada no dia a dia de um consultório médico cujos instrumentos de co-gestão de coletivos organizados para o trabalho possam também serem submetidos ao tratamento com a homeopatia, já que Hahnemann (ORGANON DA ARTE CURAR,1810) preconizou que a cura pressupõe que o individuo atinja seu mais alto fim da existência, e para que o SUS cumpra seu maior valor ético e fim, a integralidade, devemos todos seus agentes de saúde estarmos nos curando efetivamente da grande doença do poder que gera conflitos sem gerenciar a saúde integral ambiental.


Referências Bibliográficas
¹ CUNHA, Gustavo Tenório; CAMPOS, Gastão Wagner de Souza – MÉTODO PAIDÉIA PARA CO-GESTÃO DE COLETIVOS ORGANIZADOS PARA O TRABALHO. ORG & DEMO, Marília, v.11, n.1, p. 31-46, jan./jun., 2010

DE OLIVEIRA, J. B.; – “A Homeopatia e sua legitimação acadêmica.” Anais do III Simpósio Nacional de Pesquisas Institucionais em Homeopatia,Uberlândia, 28 a 30 de novembro de 1991.

DE PAULA, G.L.S.; Monteiro P.J.C. & Magela, a: – “O Serviço de Homeopatia do ambulatório “Araújo Lima”.Anais do III Simpósio Internacional de Pesquisa Institucionais em Homeopatia, Uberlândia28 a 30 de novembro de 1991.

http://maismedicos.gov.br/noticias/258-opas-apresenta-experiencias-exitosas-do-mais-medicos-na-irlanda. 

PUSTIGLIONE, Marcelo:”Homeopatia no HSPM – Sim!” -Editorial Gazeta Homeopática, vol.2 (4), Out./Dez. 1987

RIBEIRO, W.D. A Homeopatia frente a Epistemologia. Franca, SP, Editora Ribeirão Gráfica, 1997

RIVERA, F. J. U. – “Planejamento estratégico situacional ou controle de qualidade total em saude? Um contraponto Metodológico”. – Cadernos da Fundap – Jan/Abr. de 1996. sao Paulo.

SANTOS, R.E.T. – ” O programa de Homeopatia implantado pela Secretaria Municipal de Saúde de Ribeirão Preto a partir de 1993″. – Tese ao apresentada ao Instituto Homeopático François Lamasson – Ribeirão Preto – SP 1997.

URSHIMA, Ana Jucia Magario – “Homeopatia em Saúde Publica no Município de Santos”. Nov. de de 1995. – Tese apresentada ao Instituto Homeopático François Lamasson – Ribeirão Preto – SP.

Incômodo que pode ser considerado para intervenção!

Em 03/08/2019 Amadureça, dentre os pontos apresentados, um tema para o desenvolvimento do seu projeto. Parabéns, Valéria

Seguiu-se de 12/07/19. Oi Wagner

A proposta do Diário é que eu faça uma reflexão sobre minha prática profissional em meu local de trabalho, correlacionando-se à temática que se destaca dentre a vulnerabilidade social e vigilância em saúde. O tema gestão de conflitos na equipe é o que mais me chama a atenção em minha prática como médico da estratégia saúde da família.

Conclusão, então é que sempre que possível deve-se trabalhar o conflito como matéria-prima da gestão em saúde e  como um mecanismo inteligente que determina uma verdadeira partida de xadrez a cada dia de trabalho numa unidade de programa saúde da família.

Depois de seis meses de trabalho numa unidade assim, pude perceber que devemos sempre semear mudanças e promover alterações que possam trazer a autonomia e o auto controle à unidade e que como médicos temos uma grande responsabilidade neste sentido.

Mas teremos que sermos todos nós, e urgentemente pró-ativos da reconstrução nacional, pois queremos sobreviver do lado da saúde em detrimento da doença, já percebi que nesta transição entre colegas médicos cubanos e agora médicos brasileiros, havia um certo acomodamento e talvez um equilíbrio de forças, principalmente na dificuldade da comunicação e da linguagem, aonde nossos agentes se transformaram em agentes de diminuição deste conflito, se antecipando como interlocutores das receitas e seu aviamento, como se fosse uma necessidade criada, e sendo um fator a mais de se medicar a mais nosso paciente, e consequentemente, o excesso de receitas que encontrei e cuja resistência em mudar, gerou meus maiores conflitos e impactos com a comunidade.

A minha reflexão sobre a prática profissional em meu local de trabalho, correlacionando-se à saúde integral e a vida, pois deve ser direcionada a uma vivência como médico clinico geral de formação em homeopatia e cirurgia pediátrica  que antecede esta experiênca que é inédita para mim e fundamental para aquilo que me propus fazer ao me inscrever no Programa Mais médico: construir uma mudança primeiro em mim, que estava condicionado a um consultório de especialidades e muitas vezes no setor terciário em cirurgia nos plantões em hospitais, para trabalhar agora em equipe de atenção primária à saúde da familia e já entrando em contato direto com as necessidades da comunidade nas visitas domiciliares com meus agentes de saúde integral.

Foi mesmo desafiador e ao mesmo tempo complicado, trabalhar em constante mudanças e com outros conflitos que me obrigaram a mudar… Mudar de postura, mudar meus relacionamentos e mudar minha abordagem médica, quando precisei ouvir mais e interagir mais com minha equipe e outros profissionais, principalmente da área da saúde mental da comunidade.

Encontrei uma vulnerabilidade social bem maior que minha prática anterior e uma saúde mental periclitante quando a população muito medicalizada e sem amparo nenhum, muitos médicos e muitas especialidades, muitos medicamentos e uma população abandonada, sem um médico de familia que pudesse trazer orientação e a saúde de volta, todos indistintamente viviam da doença e daquilo que era sua segurança, o medicamento doado pelo poder público que também restringia a própria cultura popular e criatividade empreendedora da comunidade, que era rica e grandiosa!!!

Trazer mudança foi meu maior desafio sobretudo quando já me instrumentalizava da vigilância em saúde e da mudança dos conceitos para uma abordagem além do binomio saúde/doença, bem além  dos acidentes de trabalho e das  feridas, tive que lidar com a vigilância ambiental no bairro Júlio de Lollo, Santa Terezinha e Nosso Teto. Tive que lidar com o abandono, com as famílias desestruturadas e com crianças órfãos que necessitavam de uma equipe integrada e pró ativa pela saúde e contra a doença.

Dos conflitos na equipe é o que mais me chamou a atenção em minha prática como médico da estratégia saúde da família foi a imobilidade para a transformação que queria trazer e imprimir mas que era inútil, pois era melhor como se diz “deixar como está para ver como é que fica”. 

Foi pois a reatividade às possíveis mudanças que viriam, e vieram sim, a partir da mobilidade da saúde da comunidade, de uma reativação de sua criatividade e do estabelecimento das mudanças a partir da adesão e dos resultados que foram se concretizando tanto na maior aceitação das gotinhas homeopáticas como da mudança de posturas frente às doenças. 

Qual é a doença da Terra e do Corpo Humano?https://www.youtube.com/watch?v=w41JgjUZd38