A Homeopatia frente a Epistemologia II-CAPÍTULO VI

O VALOR SINTÉTICO DA FILOSOFIA HOMEOPÁTICA: UM CONTRAPONTO À FILOSOFIA DO NÃO


CAPÍTULO VI – VALOR SINTÉTICO DA FILOSOFIA HOMEOPÁTICA: UM CONTRAPONTO À FILOSOFIA DO NÃO

É à articulações bem definidas, que a filosofia de não, imprime o movimento indutivo que a caracteriza e que determina uma reorganização do saber numa base alargada, coloca-se a filosofia hahnemanniana que induz uma finalidade existencial ao ser humano dentro de um saber aproveitar ” a forca vital de tipo não material que anima o corpo material como ‘Dynamis’, mantendo todas as suas partes processo vital admiravelmente harmônico nas suas sensações e funções, de maneira que nosso espírito racional que nele habita, possa servir-se livremente deste instrumento vivo e sadio para o mais elevado objetivo de nossa existência” Uma filosofia do não que se preocupe apenas com sistemas justapostos, com sistemas que num ponto preciso se colocam em relação de complementaridade, tem antes de mais, a preocupação de nunca negar duas coisas simultaneamente como a terapêutica homeopática não negará nem a saúde nem a doença, mas integrará estas duas noções de forma a completar a dinâmica vital do ser que evolui.

A generalização pelo não deve incluir aquilo que nega. De fato todo o desenvolvimento do pensamento científico de há um século para cá, provém de tais generalizações dialéticas com o envolvimento daquilo que se nega. Assim, a geometria não euclidiana envolve a geometria euclidiana; a mecânica não-newtoniana envolve a mecânica newtoniana, a mecânica ondulatória envolve a mecânica relativista. A medicina da arte de curar envolve a medicina racionalista moderna. Um só axioma dialetizar basta para fazer cantar toda a natureza conclui Bachelard’ (1).

Jaez Louis Destouches estuda as condições de coerência lógica das diversas teorias. Ele demonstra, que, por intermédio da modificação de um postulado, é sempre possível tornar coerentes duas teorias que se revelaram racionalmente válidas e que, no entanto se opunham uma à outra. É evidente que as teorias podem pertencer a dois corpos de racionalidade diferentes e que podem opor em determinados pontos permanecendo, válidas individualmente no seu próprio corpo de racionalidade. Este é um dos aspectos do Surrealismo racional que só pode ser obscuro para os filósofos, que se obstinam em acreditar num sistema de razão absoluta e invariável, continua ainda Gaston Bachelard.

Destouches demonstra o seguinte teorema: (Essay sur l’unité de la Physique théorique, pág. 3) “Se se construíram duas teorias físicas, é possível construir uma teoria que as englobe ou unifique”

Poincaré (Electricité et Optique, 1901, pag. VI) demonstra este outro teorema: “Se um fenômeno comporta uma explicação mecânica completa, ele comporta uma infinitude de outros que darão igualmente conta de todas as particularidades reveladas pela experiência.”

A síntese verdadeiramente lógica de duas teorias primitivamente inconciliáveis e que, como garantia de validade, têm apenas a sua coerência intrínseca, exige modificações espirituais profundas. Destouches coloca o pensamento científico contemporâneo perante um dilema: ou se mantém a unidade espiritual e se consideram como contraditório as teorias divergentes tendo confiança num futuro que decidira qual das suas teorias opostas é falha, ou se unifica as teorias opostas modificando convenientemente as regras elementares de raciocínio que parecem solidárias de uma estrutura invariável e fundamental do espírito

Com efeito, as concepções teóricas, que se afrontam na microfísica não são concepções vãs, são concepções que se verificam todas na física clássica. Por exemplo, a concepção de um corpúsculo permitiu desenvolver uma mecânica a que, com propriedade, se chamava racional; da mesma maneira, a concepção de um éter contínuo que transmitia ondas luminosas permite tratar matematicamente a fundo, em todos os pormenores do fenômeno, o problema das interferências. Este duplo sucesso servia então, de prova para mostrar a pertinência da razão, para mostrar a eficácia das categorias do espírito na informação da experiência. A ciência clássica concebida como um prolongamento do senso comum, da razão comum, classificava as opiniões, precisava as experiência, confirmava os conhecimentos elementares. Se se referir a ciência clássica, a técnica clássica para provar a permanência de uma estrutura espiritual, encontrar se-á um grande obstáculo ao entrar num novo domínio científico em que faltam princípios. Para que o conhecimento tenha toda a sua eficácia é preciso agora que o espírito se transforme conclui Bachelard.

As próprias condições da unidade da vida do espírito impõem uma variação na vida do espírito, uma mutação humana profunda.

Em suma, concluirá Bachelard (2) que “a ciência instrui a razão e que a razão deve obedecer à ciência mais evoluída, ciência em evolução. A razão não deve sobrevalorizar uma experiência imediata; deve pelo contrário pôr-se em equilíbrio com a experiência mais ricamente estruturada. Em todas as circunstâncias, o imediato deve ceder ao construído. Em geral, o espírito deve dobrar-se às condições de saber. Deve criar nele uma estrutura corresponde à estrutura do saber. Deve mobilizar-se em torno de articulação que correspondem às dialéticas do saber. Que seria uma função sem possibilidades de funcionar? Que seria uma razão sem possibilidades de pensar? A pedagogia da razão deve, pois aproveitar as possibilidades do pensar. Deve procurar a variedade dos pensamentos, ou melhor, as variações do pensamento. Ora, as variações do pensamento são atualmente numerosas nas ciências geométricas e físicas; são todas solidárias de uma dialética dos princípios da razão, de uma atividade da filosofia do não. É preciso extrairmos daqui a lição. Mais uma vez, a razão deve obedecer à ciência. A geometria, a física, a aritmética são ciências; a doutrina tradicional de uma razão absoluta e imutável é apenas uma filosofia. É uma filosofia caduca.”

A Homeopatia, pois, poderá contribuir para esclarecer os escaninhos obscuros do processo biológico que evoluiu no planeta Terra, quando pudermos conter as reações extremas, individualistas ou relativistas frente a ideologia da ciência, que tanto tem contribuído para corroer a unicidade do conhecimento científico e consequentemente homeopático, dentro da multiplicidade de eventos que estes conhecimentos abarcam.

E a partir de uma formulação das condições da síntese do saber, abstraindo das transmutações de valores epistemológicos contrários como o geral e o imediato, que o pensamento científico contemporâneo permanentemente opera entre a priori e o a posteriori, entre os valores experimentais e os valores racionais, é possível se tomar consciência, num determinado momento da reflexão, da coerência e da unidade do pensamento.

1. Da homeopatia do futuro:

Começamos, pois, um novo capítulo dentro da história da Homeopatia. Hoje em dia, os que pesquisam ativamente, não se dizem mais crentes incondicionais, eles admitem a dúvida, se submetem ás exigências do rigor experimental e estatístico da ciência e publicam seus resultados, mesmo negativos. E sobretudo, admitem que é possível apesar da ” individualização do tratamento homeopático, de colocar aos pés dos ensaios terapêuticos clássicos, em duplo cego contra o placebo principalmente.

Haverá sempre um trabalho a mais a ser feito por aqueles que verdadeiramente se preocupam em esclarecer, definir, discutir, aplicar, testar, analisar, elucidar, avaliar e integrar os diversos campos da ciência da evolução do pensamento humano. E particularmente a Homeopatia como “Ciência da Arte de curar” ou no dizer de Hahnemann (“ A verdadeira arte de curar é, por natureza, pura ciência mental”), retoma seu caminho inicial: submeter ao crivo da razão uma arte tão sublime!!!

(1)(2) BACHELARD, Gaston:- “A Filosofia do Não”. Abril Cultural. 1974.

Mas quais seriam as linhas futuras de pesquisa nesta nova forma do pensar integral? O que ocorrerá então com os dois sistemas médicos preponderantes na atualidade, a Alopatia e a Homeopatia???

É o que começamos a ver nos trabalhos inciados por Jouanny, um estudo crítico das matérias médicas homeopáticas puras que possibilitará no futuro se integrar à bioquímica para elucidar o complexo mecanismo do metabolismo fisiológico. Ainda poderemos utilizar o campo da ecologia nascente, para com a terapêutica bioterápica esclarecer melhor a interação agente etiológico-hospedeiro dentro da microbiologia e bacteriologia. A geografia e a botânica na localização de espécies raras de plantas medicinais e animais peçonhentos…

E poderemos combinar infinitamente nossos campos de integração do conhecimento de acordo com a imaginação do pesquisador, se fossemos realmente nos aprofundar na observação e na análise do objeto a ser estudado, qual seja a descoberta destes pontos de integração, entre uma ciência arte de curar e o volumoso conhecimento científico atual.

Mas o nosso fim aqui é de apenas buscarmos nos ais alto objetivo desta existência, de utilizar nossa faculdade de julgar refletindo com um pensar integral e alçarmos um voo muito maior…

(3) WHITMONT,Edward C.:- “Psique e Substância – A Homeopatia à Luz da Psicologia Junguiana”. Summus Editorial, SP, 1989.

(4) JOUANNY, Jacques.: – “Contribution à l’étude de la fiabilite des pathogenesies”. Tome 1,Boiron, 1983.

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