Soluções que se aplicam a toda evolução patogenética do COVID-19: Parte III – Da prevenção homeopática, em primeira “estância” da doença ou do contágio.

O influenzinum é um bioterápico produzido a partir da vacina da gripe do Laboratório Pasteur, enquanto o Oscillococcinum é obtido a partir do lisado do fígado e coração do ganso Anas bárbara.

Para SIQUEIRA, (2013) “O vírus influenza tem sido responsável por doenças respiratórias altamente contagiosas com elevadas taxas de mortalidade principalmente em idosos e pacientes imunocomprometidos, o
que vem estimulando o desenvolvimento de novos fármacos para o tratamento da gripe humana.” Define, ele que “Bioterápicos são medicamentos preparados a partir de produtos biológicos, seguindo
a farmacotécnica homeopática, indicados ao tratamento de doenças infecciosas de etiologia conhecida.”

Os experimentos in vitro evidenciaram alterações nas atividades
de enzimas importantes, assim como na capacidade respiratória máxima, quando células MDCK foram tratadas com o bioterápico íntegro, na potência 30DH. Em contrapartida, alterações bioquímicas e celulares pouco significativas foram detectadas nas duas linhagens de macrófagos testadas (J774G8 e RAW 264-7). O estudo pré-clínico, feito com camundongos Balb-c, indicou que os bioterápicos íntegro e inativado, na potência 30DH, não foram capazes de induzir efeitos patogenéticos e/ou alterações imunológicas, quando os animais foram desafiados com o antígeno de influenza, após 21 dias da administração dos mesmos ad libitum. Em contrapartida, no segundo set de experimentos in vivo realizado com os bioterápicos íntegros nas potências 12DH e 30DH, importantes alterações celulares induzidas pela potência 30DH, foram detectadas, a saber: aumento do número de células B e Natural Killer (NK), diminuição das células B2, aumento das células B-1 e CD4+.

Estas alterações indicaram que o tratamento com o bioterápico 30DH foi capaz de estimular de maneira muito significativa a resposta imunológica dos camundongos Balb-c quando os mesmos foram desafiados com o antígeno de influenza. O estudo clínico feito em parceria com o Instituto Roberto Costa e a Secretaria de Saúde de Petrópolis/RJ comprovou, segundo SIQUEIRA, de maneira estatisticamente significativa o efeito profilático dos medicamentos homeopáticos (bioterápico íntegro 30DH e IRA) em relação ao placebo, contra os sintomas da gripe e da infecção respiratória aguda. Este estudo clínico, pioneiro na literatura, continua ele, avaliou um número significativo de crianças (600) com idades entre 1 a 5 anos de idade, através de protocolo triplo-cego, randomizado e controlado por placebo, conferindo robustez e confiabilidade a esta pesquisa.

O conjunto de resultados obtidos no presente trabalho fornecem fortes evidências de que o bioterápico íntegro de influenza 30DH apresenta potencial terapêutico e profilático para infecções produzidas pelos vírus da gripe.

A partir desses bioterápicos manipulados do vírus influenza íntegro e inativado (SIQUEIRA, 2013), que envolve potências 12DH e 30DH, percebi a importância de se utilizar várias potências de um único bioterápico íntegro, com a técnica do Dr. Roberto Costa, sendo que, já o fazia desde há mais de 30 anos, com bactérias e fungos, na minha experiência clínica e cirúrgica no consultório homeopático , como cirurgião pediatra, sobretudo em infecções urinárias de repetição em crianças portadoras de estenose da junção pielocalicial.

Diante da pandemia recente, e vendo também certa similitude no contágio entre gripe e novo corona vírus, e não tendo acesso ainda ao bioterápico do mesmo, mas trabalhando agora como médico de família no “front” da pandemia, e aguardando sua expansão geográfica desde o início na China, e atento a ação primária da saúde, já integrado no PSF Júlio de Lollo, em São Joaquim da Barra SP, resolvemos utilizar a título de prevenção homeopática, o Oscilococcinum nas dinamizações 30DH, 30CH,200CH.

Inicialmente em toda nossa equipe de trabalho, no sentido de prevenção imunogênica e logo também utilizamos junto aos futuros focos de instalação e incubação do corona vírus, que foi os lares de idosos tanto da cidade de São Joaquim da Barra, SP como de Franca SP, aonde então, um único medicamento homeopático com várias dinamizações, como Oscilococcinum pudesse inicialmente ser um estímulo induzindo reação cruzada imunológica e também servir como uma prevenção, a população mais propensa e suscetível.

Enquanto a etiologia e a fisiopatologia do COVID-19 não possa ser esclarecida totalmente, a interação hospedeiro e o novo corona virus infectante, tem-se mostrado como uma afetação a toda humanidade de forma espantosa, que passou recentemente a ser questionada (cit in RIBEIRO,2020), quanto a sua própria evolução patogenética, e se tem sido, realmente de forma natural ou induzida em laboratórios, sem um controle rígido de finalidade, numa comissão de ética competente.

Apesar de existirem medicamentos antivirais, o vírus desenvolve mutações, criando resistência a esses medicamentos em poucos dias. Assim, o desenvolvimento de novas terapias, incluindo a homeopatia, que possam prevenir e / ou tratar esta doença se torna cada vez mais necessária. Nesse cenário, os bioterápicos aparecem como medicamentos fabricados de produtos biológicos, como secreções, tecidos, órgãos cuja composição segue as normas homeopáticas farmacopeia.

Resultados preliminares mostraram que ambos os medicamentos são amplamente utilizados em Medicina Clínica.O Influenzinum 9CH é prescrito para prevenção e tratamento da gripe, enquanto o Oscilococcinum é mais usado para reduzir os sintomas graves em pacientes que já têm gripe. Com base nesses resultados, é possível afirmar que o influenzinum tem um papel muito importante na prevenção e cura da influenza e Oscilococcinnum é útil no alívio dos sintomas causados ​​por esta doença.

Referências Bibliográficas:

RIBEIRO, W.D. ; 2020. Soluções que se aplicam a toda evolução patogenética do COVID-19: Parte I – Denúncia https://wordpress.com/block-editor/post/wagnerdeoclecianoribeiro.wordpress.com/791

SIQUEIRA, Camila Monteiro.; 2013. Avaliação de medicamentos homeopáticos para a gripe humana por ensaios in vitro, pré-clínico e clínico. Rio de Janeiro. Tese (Doutorado em Ciências Farmacêuticas) – Faculdade de Farmácia, Universidade Federal do Rio de Janeiro, Rio de Janeiro, 2013.

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