Odes à sustentabilidade do BRASIL que ainda está por vir!!!

Carta aberta à Marina e aqueles que pretendem estar com ela, ao lado dela mas ausentes de si mesmos,

Cara Marina e odes à sustentabilidade do BRASIL que ainda está por vir,

Acabou o encanto Marina, e restam-nos o Sol e a Terra… mas ainda há vida e nela há a esperança!

Reverencio então o Sol, e a vida que dele veio, no andaluz imponente chamado Esperança…

Marina, acabo de acordar deste pesadelo chamado república das bananas, de onde incursionamos logo depois da III CONFERÊNCIA NACIONAL DE MUDANÇAS CLIMÁTICAS nos idos 2008 (http://www.mma.gov.br/informma/item/4774-iii-conferencia-nacional-do-meio-ambiente-debate-mudancas-do-clima), lembra?

Já são longos dez anos agora em junho de 2018!

E que pesadelo nos imobilizou todo este tempo, e a nossa própria consciência, cidadã? Ou ainda sonhamos de portas abertas ao paraíso sem glórias, sem trabalhos e sem conquistas, sem obras?

Aonde andamos? Por onde incursionamos nosso presépio? Vocês e todos aqueles que ainda dormem na rede em berço esplêndido ambicionados pela doença do poder?

Escrevo sim, a todos que ainda acreditam na sustentabilidade, mas não querem a Rede que aprisiona, a todos da Rede de livres iniciativas de um país que vamos construir, com projetos simples mas audaciosos e cheios de esperança, pois ela, a própria esperança, é a última que morre junto do Brasil Nação de nossos sonhos de guerreiros tupinambás…

Você, Marina que viveu no floresta seduzida pela cidade dos conquistadores, conseguiu muito, mas não basta agora mais conquistas exteriores, queremos a sustentabilidade perdida de mais de 3.000.000 de índios vivos na época do descobrimento, enquanto Lisboa detinha apenas 40.000 habitantes!

Queremos a rota desta sustentabilidade bendita, que o “peabirus” edificado por nossa biodiversidade cultural, era o caminho que integrava todas as nações indígenas do Leste a Oeste e de Sul ao Norte, fazendo a integralização do pequeno oceano ao grande oceano, do Atlântico ao Pacífico: portas abertas para a diversidade vigente, até a cordilheira dos picos mais altos além do extremo norte!

Acordar deste pesadelo é descobrir-se sustentável ainda, graças ao Sol, a Lua e a Terra, que traz o fruto cultivado pelos nossos ancestrais, nas castanheiras milenares plantadas na nossa Floresta Amazônica…

Já não são sonhos que movimentam nossos anciões mas medo e instabilidade do futuro de suas e nossas gerações…

Aonde a sustentabilidade na Era pós moderna de Lula, Dilma, PT saudações ou projeções de direita “bolsonita”, psdbistas e temerosos partidos multicores de anões gananciosos do néctar das abelhas que trabalham, sendo eles vampirizadores contumazes da vida saudável de nosso povo?

Aonde a revitalização da nossa economia de produção de alimentos extraídos da floresta, aonde a rota sustentável do elo perdido que incorpora a dependência de um estado de poder que tem como base a economia da subsistência?

Escrevi um dia uma tese que se perdeu no vazio filosófico das universidades, que não universalizam suas conquistas mas exportam cérebros cevados ao matadouro das idéias de liberdade!

São gênios da mediocridade encarcerados em suas próprias criações, como Guilhon sendo conduzido para ser decapitado, ao instrumento criado. Criador e criatura, mesmo que represente expressão figurativa, ainda somos o que criamos e obramos!!!

E todos nós, Marina, que um dia criamos dentro de um mundo de causa e efeito, somos reais responsáveis por tudo que criamos ou plantamos. E o que todos nós, Marina, plantamos até agora? O que acha que podemos colher nestes espaços vazios que se abrem à perspectiva do novo?

E o que poderemos fazer com a rede, mais uma vez um instrumento que aprisiona ou uma economia que sustentabilize nossa transmutação na Liberdade, que tarda?

Wagner Deocleciano Ribeiro

Pré candidato a deputado federal pela Rede Sustentabilidade

1º Coordenador Geral da 18-Rede Sustentabilidade Franca SP – Municipal

Vigência:

Início:04/12/2017 Final:04/12/2018

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